03.11.09

crítica contundente

Enviado em Sem-categoria às 1:43 am por joao henrique

por diversas vezes, nas mais diversas ocasiões, formais ou não, sempre recebi represálias de quão confuso uma idéia poderia ficar se escrita da maneira em que pretendia. infelizmente a meneira pretendida era a pensada, e se parecia confusa, talvez então o pensamento não fosse o dos mais claros; fica complicado se prolongar, não se perder nos circulos da consciência pesada, entre outros contratempos imprevistos que retardam e divagam os mais diversos assuntos.

03.08.09

Entre quatro paredes

Enviado em Sem-categoria tagged às 7:01 pm por joao henrique

“GARCIN

Vocês estão malucas? Não conseguem ver a que ponto a gente vai chegar assim? Calem a boca! (Pausa.) A gente vai se sentar tranqüilamente, fechar os olhos, bem bonitinho, e cada um vai tratar de esquecer a presença dos outros.

Pausa, ele se senta. Elas vão para os seus lugares com um passo hesitante. Inês se vira bruscamente

INÊS

Ora, esquecer! Que coisa infantil! Eu te sinto até nos ossos. O teu silêncio grita nas minhas orelhas. Pode costurar a boca, cortar a língua, isso impediria você de existir? Você ia parar de pensar? Eu te escuto, você faz tiquetaque, como um despertador, e sei que você me escuta. Você tentou se esconder no seu canapé, mas você está em toda parte; os sons me chegam sujo porque você ouviu de passagem. Até meu rosto você roubou, você sabe como é e eu não sei. E ela, e ela? Você a roubou de mim: vocês acha que se a gente estivesse sozinha, ela ia se atrever a me tratar como me trata? Não, não: tira estas mãos da cara, agora mesmo é que eu não vou parar de te perturbar. Seria cômodo demais para você. Você ia ficar aí, impassível, mergulhado em si mesmo feito Buda; eu ia fechar meus olhos e sentiria que ela dedica a você todos os ruídos da vida dela, até o esfregar do vestido, e que ela te manda sorrisos, que você não vê… Nada disso! Eu quero é escolher o meu inferno; quero te olhar com todos os olhos e lutar de cara limpa.”

- Jean-Paul Sartre

Enviado em Sem-categoria às 5:23 am por joao henrique

o que eu não sou é aquilo que eu queria ser

03.07.09

O grande Gatsby

Enviado em Sem-categoria tagged às 11:38 pm por joao henrique

“(…)Eles eram gente descuidada, Tom e Daisy: detruíam coisas e pessoas e, depois, se refugiavam em seu dinheiro ou em sua indiferença, ou no que quer que fosse que os mantinha unidos, e deixavam que os outros resolvessem as trapalhadas que haviam feito…”

- F. Scott Fitzgerald

Enviado em Sem-categoria às 11:34 pm por joao henrique

agora eu tenho um caderno;
a letra é feia
a angústia é grande
nem sempre as coisas ficam legíveis
talvem, quem sabe, assim seja melhor.