05.09.08

elephant

Enviado em Sem-categoria às 11:07 pm por joao henrique

but ye can’t make me happy

quite as good as me..

well, you know that’s a lie

05.04.08

Enviado em Sem-categoria às 8:36 pm por joao henrique

dias frios são bons quando não são assim

efemeridade.

Enviado em Sem-categoria tagged , , , , , às 9:01 am por joao henrique

qual o sentido disso tudo afinal? passar seus dias andando por esse corredor achando que ele é muito  mais que um simples vão de passagem. chega a ser estúpido fazer planos e se instalar nesse inóspito ambiente, fazer de um caminho estadia…

se tudo é passageiro, para que fazer valer a pena? ninguém investe no que é feito para se chegar de um ponto A a um ponto B, os fins justificam os meios, e esses realmente não importam. a gente só tem em vista o objetivo final, então como alguns ainda conseguem e tem vontande de fazer de suas vidas algo que perdure pela posterioridade? para que pendurar sua obra prima na parede de um corredor no qual ela nunca vai ter seu valor e devido reconhecimento, as pessoas passam por ela, adimiram e saem desse corredor conseguindo no máximo se lembrar que viu algo bom por lá, as pessoas apenas passam por lá, as pessoas passam.

a espera cheia de expectativa pelo fim me desmonta, não dá pra lidar com todo esse suspense. não é agradável viver períodos de mudanças e indeterminações, e a vida não é nada mais que isso, um grande período de transição.

não sei viver e ainda se soubesse seria deveras desnecessário, não se tem propósito… aquela coisa romântica de propagar seus genes chega a ser cômica, para que transmitir algo que não diz nada além de características físicas, quando muito psico-patológicas. a outra, que diz que devemos aproveitar para que um dia possamos olhar para trás e ter com o que se orgulhar é absurda, quem em juízo normal exibe com satisfação o fato de ter andado por um corredor de um jeito adimirável?

- mãe, olha eu! vou passar de um quarto para o outo plantando bananeira, tomara que um dia meu filho tenha dois braços e ganialidade para poder fazer o mesmo.

tenha dó.

05.03.08

- insanecedor

Enviado em Sem-categoria às 7:58 am por joao henrique

dor, sono, raiva, gula, fraqueza, ingeniudade, explosão, exposição, desilusão, confusão, contusão, tristeza, desânimo, destrato, desamparo, nervosismo, medo, apatia, dormência, ansiedade, exagero, depressão, perturbação, agitação, desentendimento, drásticidade, exclusão, ilusão, fuga, preocupação, desgaste, gasto, expectador, gesto, grunido, irritação, analgésico, problema, mistério, fantasia, imprecisão, embaçamento, escurecimento, insensatez, ignorância, estupidez, incoerente, redundante, aflito, asfixiado, disforme, discorde, arrogância, desprezo, desespero.

dor de cabeça.

Um pedaço que é nada mais que uma parte qualquer da metade do que não é nada, a não ser um pedaço qualquer de alguém

Enviado em Sem-categoria tagged às 1:05 am por joao henrique

a real é que eu sou a típica pessoa-problema passiva de atos, que ainda assim desperta em algumas pessoas a idéia exótica e fadada ao erro de que posso ser uma solução ou organismo solucionador… desconsiderando o fato que eu me subestime com facilidade, a questão continua sendo ridiculamente preciptada porque é ilusório colocar de um lado da balança uma pessoa e do outro todo o mais e achar que há algum tipo de equilíbrio. e sim, eu acredito que tudo pode ficar mais fácil, elas tendem a ficar, é um fluxo natural, mas é que…

 

nevermind.

.

Enviado em Sem-categoria às 12:48 am por joao henrique

tem algumas coisas que eu acredito, e isso de achar que apenas o estar com uma pessoa faz tudo ficar certo não é uma delas.

05.02.08

compulsão x tempo

Enviado em Sem-categoria às 6:02 am por joao henrique

a ejaculação precoce mental.

clã.

Enviado em Sem-categoria às 5:34 am por joao henrique

eu confesso que minha família me faz mal e que isso já não é nenhuma novidade
eu confesso que nem por alguns centímetros minha mente consegue se afastar, mas que mesmo assim meu corpo precisa desse espaço para no mínimo respirar

- 16 de Janeiro.

pseudo-prolixidade

Enviado em Sem-categoria às 5:23 am por joao henrique

um dia desses me chamaram de pessoa prolixa, fiquei de fato feliz por pelo menos conseguir encobrir toda a falta de conteúdo com frases arrematadoras e barrocas, falando o tempo todo quando não tenho nada há dizer e ainda deixar a sensação que digo muito de um jeito demais. (?)

Where the Wild Things Are

Enviado em Sem-categoria às 5:13 am por joao henrique

“Gostamos de pensar que somos seres racionais. Humanos. Conscientes. Civilizados. Pensantes. Mas quando tudo dá errado, mesmo que só um pouco, fica claro que não somos nada além de animais. Temos polegares opositores, pensamos, andamos eretos, falamos, sonhamos. Mas lá no fundo, ainda estamos ligados às nossas raízes primitivas, mordendo, dando patadas, arranhando uma existência nesse mundo escuro e sombrio como o resto dos sapos e dos bichos-preguiça.
Há algo de animal em todos nós e talvez isso seja algo a ser celebrado. Nosso instinto animal é o que nos faz procurar o conforto, aconchego, um grupo pra andar. Talvez nos sintamos enjaulados, talvez nos sintamos presos. Mas como humanos, ainda podemos achar caminhos para sentirmos livres. Nós somos os protetores uns dos outros. Mais ainda: somos os guardiões da nossa própria humanidade. E mesmo havendo um monstro dentro de todos nós… O que nos separa dos animais, é que podemos pensar, sentir, sonhar e amar. E contra todas as possibilidades, contra todos os instintos… nós evoluimos.”

- Grey’s Anatomy. 4×12. 

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