compulsão x tempo
Maio 2, 2008 às 6:02 am (Sem-categoria)
a ejaculação precoce mental.
Maio 2, 2008 às 5:34 am (Sem-categoria)
eu confesso que minha família me faz mal e que isso já não é nenhuma novidade
eu confesso que nem por alguns centímetros minha mente consegue se afastar, mas que mesmo assim meu corpo precisa desse espaço para no mínimo respirar
- 16 de Janeiro.
Maio 2, 2008 às 5:23 am (Sem-categoria)
um dia desses me chamaram de pessoa prolixa, fiquei de fato feliz por pelo menos conseguir encobrir toda a falta de conteúdo com frases arrematadoras e barrocas, falando o tempo todo quando não tenho nada há dizer e ainda deixar a sensação que digo muito de um jeito demais. (?)
Maio 2, 2008 às 5:13 am (Sem-categoria)
“Gostamos de pensar que somos seres racionais. Humanos. Conscientes. Civilizados. Pensantes. Mas quando tudo dá errado, mesmo que só um pouco, fica claro que não somos nada além de animais. Temos polegares opositores, pensamos, andamos eretos, falamos, sonhamos. Mas lá no fundo, ainda estamos ligados às nossas raízes primitivas, mordendo, dando patadas, arranhando uma existência nesse mundo escuro e sombrio como o resto dos sapos e dos bichos-preguiça.
Há algo de animal em todos nós e talvez isso seja algo a ser celebrado. Nosso instinto animal é o que nos faz procurar o conforto, aconchego, um grupo pra andar. Talvez nos sintamos enjaulados, talvez nos sintamos presos. Mas como humanos, ainda podemos achar caminhos para sentirmos livres. Nós somos os protetores uns dos outros. Mais ainda: somos os guardiões da nossa própria humanidade. E mesmo havendo um monstro dentro de todos nós… O que nos separa dos animais, é que podemos pensar, sentir, sonhar e amar. E contra todas as possibilidades, contra todos os instintos… nós evoluimos.”
- Grey’s Anatomy. 4×12.
Maio 2, 2008 às 2:14 am (Sem-categoria)
tudo parece ruir, ou apenas mudar, é que o medo dá a clara impressão que ambos traduzem o mesmo caso, então que seja. não que o fim de uma era seja ruim, um fim sempre anuncia a próxima oportunidade. o problema mesmo se cria ao caminhar… eu ando pisando em ovos e não enchergo um palmo de certeza nas proximidades, falta um escoro, uma sustentação, eu não sou muito apto em exercer a impressionante arte do equilíbrio… fui obrigado a usar dessa para passar os dias ruins e os outros sozinhos, é algo com que eu posso lidar, mas rola aquela insegurançazinha que me caracteriza, e de prontidão vem a ansiedade, onde unidas, parecem ser amigas inseparáveis… juntando tudo e inserindo no fato que eu estou sem cais, lado e apoio, não vinga.
Maio 2, 2008 às 1:40 am (Sem-categoria)
adoro aquela metáfora que usa o termo “casca” para retratar as pessoas que ou ficam sempre na retaguarda, ou são ocas, ou ambas. só não é muito agradável quando a casca é a sua.