Março 21, 2008 às 6:56 am (Sem-categoria)
Tags: família
as pessoas quando se encotram nas situaçãoes de crash total tendem a olhar só para dentro e pensar só em si, mesmo que seja por um tempo breve. eu estou agindo assim quando os assuntos são aqueles que a todo custo são evitados, por mais que estes não sejam nenhuma novidade nem ao menos claros para serem capazes de causar um rebuliço novo na minha pequena subjetividade. por mais que eles não tenham as características que os enquadram em uma crise ferrenha as suas peculiaridades já são excessivamente suficientes para perceber que de novo e até então sempre, eu não estou pronto para o abate embate entre o desconhecido e o que se acha conhecer, por um falta de noção de espaço e perigo… não vou viver sendo consumido por essa insanidade que já levou pessoas a loucura e até a morte, se é essas duas coisas são realmente distintas, pelo sonho utópico de que uma guerra se enfrenta sozinha, se ganha e se conquista a paz de espírito para todos os inválidos-isolentes que carecem desse quesito.
todos nós precisamos. vocês ao menos tem a verdade. ao menos tem as suas própias histórias/versões. eu só tenho vocês.
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Março 21, 2008 às 6:32 am (Sem-categoria)
Tags: abalo, atrofia, causos, declínio, depressão, dificuldade, família, medo, mentiras, relacionamentos, tristeza, verdades
sempre quando eu volto as origens com o pensamento de matar a saudade, por o papo em dia, estar perto ou simplesmente sentir a obrigação de dar as caras por fazer parte dessa instituição sagrada e indiscutível que é a família eu tenho a infeliz certeza incerta que tudo está ainda mais desgastado, destruido, acabado, arruinado do que da última vez que eu encherguei ou pelo menos tentei através da penumbra que ninguém ousa extinguir, por mais que os comentários deêm a entender que essa barreira, corajosamente, vem sido rasgada por desbravadores fiéis as suas raízes, mesmo desconhecendo o verdadeiro modo que ela se fez e foi feita… pra você que gosta de histórias tão mirabolantes e tão cheias de reviravoltas como eu, sinto ser desagradável e dizer que o foco nem é esse; as rachadras e os mistérios continuam os mesmos e com a mesma profundidade, amplitude e razão de sempre. A única coisa que muda é a visão distante, onde nem tudo pode ser nítido, mas o tamanho da merda é facilmente compreendido.
então não, ninguém vai ser o aventureiro desbravador da pátria e salvador do sobrenome, todos continuam do mesmo jeito, fingindo estabelecer conexões entre os mais próximos e se afogando na história de vida do coletivo podre trazendo para o indívidual covarde todo o pouco que foi possível e até necessário abstrair.
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