Maringá, sua gay!
Fevereiro 29, 2008 às 2:10 am (Sem-categoria)
Tags: mudanças, novo, pain
essa cidade tem um “quê” de acentuar as dores já tão bem experienciadas. digo isto porque já ouvi diversos relatos sobre como as coisas voltam a se agravar aqui e já to sentindo o tanto disso tudo que é verdade… é alguma influência mítica ou o fato dessa arborização que no meu caso me lembra desagradavelmente como é perder o ar em plena luz do dia… tomar remédio aqui não é nenhuma precaução, apenas necessário, obrigatório.
por que o desamparo é tão grande se as pessoas são inúmeras vezes mais atenciosas que na saudosa Curitiba? sim, essa coisa de comparar as duas cidades já tá cansativa e pior, fútil para os que ouvem o dilema da duríssima vida do garoto que fez positivo, passou na uem e mora perto de casa.
essa porra de mata fechada da a sensação de viver em uma estufa apenas maturando para um propósito que não é nem meu… a dor é tanta e tão diferenciada que me tira da órbita, do meu eixo, da rotação em torno do novo. eu quero aproveitar todo esse momento, mas a depressão somada com a dor de cabeça e a bizarra formigação facial que me deixa tão puto e tão assustado mostra uma resultante que me faz desejar incógnitas.
a exposição só evidencia o vazio, vazio, vazio.
vazio otário. vazio covarde, eu não me esqueço de você, não se preocupe, deixe-me mais solto que eu te dou a certeza que eu ainda volto e você ainda me consome.