a hard day’s night.
this is the end
a conteúdo abaixo são apenas fragmentos de coisas quaisquer, não perca seu tempo tentando contra argumentalos, e muito menos usá-lo contra mim porque isso eu já faço;
e isso é tudo, uma prévia de pensamentos sujos, imundos, nojentos, podres que me vêm em mente
sim, quase tudo o que tem aqui dentro é tão pesado como isso foi, não tem nada de bom em mim, e é real, se essa pompa de centrado e bonzinho existe é porque eu foco minha concentração ao máximo para no mínimo ter serenidade.
não to sendo coitadinho, só to expondo porque meus relacionamentos não dão certo e porque eles nunca darão
eu não peço para ter essas dissimulações intra cutâneas, eu não penso em tê-las, mas tudo que eu tenho de auto-destrutivo eu não tenho de auto-controle.
eu acho que pensar em duas pessoas é tão egoísta quanto pensar em uma(até porque com o tempo eu e você passa a ser nós), eu nunca gostei disso, eu me importo com a massa…
eu não consigo falar um ‘oi’ sem ser dar voltas e voltas.
eu nunca me vi casado, porque eu nunca vi alguém capaz de me conhecer, e quando eu conheci eu não gostei dessa cumplicidade.
eu sou sozinho e odeio isso.
eu gosto de jogar tudo mais para frente, logo isso faz de mim parecido com todos os outros…
mesmo detestando falar de mim, eu sei que vai ser isso que sempre vai me atrapalhar e desencantar, e nunca terceiros porque por mais vazio que seja um humano o simples fato de ser humano e vazio me agrada, me intriga.
e disso tudo eu entendo
someone says
você falava de si de um jeito tão conceitual, como se tudo o que você foi, é tudo o que você sempre será, inclusive a parte de mudar rapidamente de opinião de forma radical, foi extremamente detalhada… não que eu goste de pessoas sistemáticas, é que eu me acostumei com aquela que você acreditava ser.
ponto de vista.
a diferença entre o que você
é;
o que você acha que é;
e o que criam de você;
é gritante.
